carla duarte
Conte-nos o seu percurso e a razão pela qual escolheu a sua especialidade.:

Estudei Psicologia, área Clínica, no ISPA, mas o meu percurso profissional não começou aqui, antes estudei Ciências da Comunicação e Marketing e trabalhei alguns anos numa empresa em Comunicação Interna – reforço da consciência que o importante são as pessoas.
Decidi voltar a estudar e opção foi Psicologia – concretizar uma paixão antiga, e saber mais sobre o comportamento humano e como poderia ajudar as pessoas.

Após ter concluído o mestrado, não satisfeita, ainda achei que deveria saber algo mais sobre Psicologia Organizacional, e foi aqui que tive o primeiro contacto, pelo menos em termos teóricos e académicos, com os riscos psicossociais.
Porque gosto de estudar e tenho interesses vários, realizei a minha dissertação de mestrado sobre a importância da prática de actividade física na qualidade de vida, física e psicológica.

Que tratamentos realiza no seu dia-a-dia e qual o impacto nos seus pacientes?:

Na minha prática clínica, tendo a seguir uma linha de intervenção integrativa, utilizando várias abordagens terapêuticas e estratégias/ ferramentas adaptando-as à pessoa diante de mim e suas necessidades.

Qual o seu principal target e que tratamentos têm mais procura?:

– Crianças e adolescentes
– Adultos e seniores
As questões que têm tido mais procura, o sono nas crianças, stress, ansiedade, depressões nos adultos e perturbações emocionais.

Actualmente quero abordar as empresas numa perspectiva de avaliação de riscos psicossociais existentes e emergentes e o que poderá ser feiro para reduzir ou evitá-los e as empresas terem ambientes de trabalho mais saudáveis

Que alterações tem vindo a observar na sua atividade profissional ao longo do seu percurso (por exemplo, procura, necessidades dos pacientes, intervenção do digital)?:

Com o actual contexto da COVID-19, os clientes que tenham maior receio de se expor ou sair de casa, conseguem manter as suas consultas e acompanhamento psicológico sem necessidade de se deslocarem.

Em que medida o digital favorece o contacto e acompanhamento dos seus pacientes?:

• Aumenta a probabilidade de não faltar à consulta pois pode conectar-se em quase qualquer lugar
• Vantajoso se tiver alguma incapacidade física ou baixa médica
• Não perde tempo na deslocação e estacionamento

 

Carla Duarte

 

 

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