optometrista
Conte-nos o seu percurso e a razão pela qual escolheu a sua especialidade.:

Ingressei no curso de Optometria e Ciências da Visão no ano de 2009, na Universidade do Minho. O olho como um dos órgãos mais complexos sempre me fascinou, assim juntei a física com a área da saúde e vim delineando o meu percurso nestes quase 10 anos de atividade.

Que tratamentos realiza no seu dia-a-dia e qual o impacto nos seus pacientes?:

Consultas de Optometria ( Refracção, Tonometria, Retinografia, Olho seco, Ergonomia visual, Referenciação de casos urgentes para oftalmologia)
Consultas de Contactologia ( Queratometria, Adaptação de lentes de contacto, lentes de contacto para o controlo da Miopia em crianças)

Qual o seu principal target e que tratamentos têm mais procura?:

As consultas de optometria são as mais procuradas, em qualquer faixa etária.
O mais comum no atendimento das minhas consultas são os sintoma da dor de cabeça e dificuldade em focar, maioritariamente devidos à falta de graduação. Com a prescrição de graduação melhoramos a qualidade de vida dos pacientes e tratamos/reduzimos os sintomas.

Que alterações tem vindo a observar na sua atividade profissional ao longo do seu percurso (por exemplo, procura, necessidades dos pacientes, intervenção do digital)?:

Cada vez mais temos notado um maior respeito e elucidação da população em geral do que faz um optometrista, que é um especialista dos cuidados da saúde primários visuais, que pratica Optometria e que fornece cuidados extensivos em visão e sistema visual, que inclui refracção e prescrição, detecção/diagnóstico e acompanhamento/tratamento de doenças oculares e a reabilitação/tratamento de condições do sistema visual.
A nossa profissão reconhecida internacionalmente e com bastante impacto na prevenção da cegueira é uma aliada para auxiliar a reduzir as listas de espera nos hospitais pelo serviço de Oftalmologia.

Em que medida o digital favorece o contacto e acompanhamento dos seus pacientes?:

Sem dúvida que a área digital é o futuro em todos os campos e também na saúde, seja no agendamento ou nas consultas remotas, por telefone, temos notado, sobretudo durante a pandemia, uma maior procura digital pelos nossos serviços e informações.

 

Adriana Ribeiro

 

 

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