Miguel Raimundo
Conte-nos, num “tweet” (máximo 280 caracteres), o seu percurso e a razão pela qual escolheu a sua especialidade.:

Medico especialista em ginecologia obstetrícia

  • “Doutorando na Escola Nacional de Saúde Pública” na Universidade NOVA de Lisboa,
  • Fellowship em procriação medicamente assistida no Centrum voor Reproductieve Geneeskunde – UZ Brussel – Bruxelas – Bélgica
  • “Mestrado em Medicina da Reprodução” pela Universidade Rey Juan Carlos ” – tese de mestado: “Impact of donor smoking status on oocyte donation treatment”, Madrid
Que tratamentos realiza no seu dia-a-dia e qual o impacto nos seus pacientes?

A infertilidade é uma doença complexa com importantes implicações médicas, psicossociais, demográficas e económicas. Define-se como ausência de conceção após um período de relações sexuais sem contraceção:

  • em mulheres < 35 anos – período de 12 meses
  • em mulheres ≥ 35 anos – período de 6 meses

Proporciono ajuda diferenciada otimizando resultados obstétricos e neonatais com:

  • Consulta de apoio à fertilidade
  • Inseminação artificial
  • Ciclo de fecundação invitro (FIV)
  • Ciclo de injeção intracitoplasmática de espermatozóides (ICSI)
  • Ciclo fiv ou icsi com recurso a ovócitos de dadora
  • Inseminação intra-uterina com espermatozóides doados (IAD)
  • Ciclo para criopreservação de ovócitos
    • em mulheres < 35 anos – período de 12 meses
    • em mulheres ≥ 35 anos – período de 6 meses

Forneço ajuda diferenciada optimizando resultados obstétricos e neonatais.

Qual o seu principal target e que tratamentos têm mais procura?
  • Ciclo de fecundação invitro (FIV)
  • Ciclo de injeção intracitoplasmática de espermatozóides (ICSI)
  • Ciclo fiv ou icsi com recurso a ovócitos de dadora
Que alterações tem vindo a observar na sua atividade profissional ao longo do seu percurso (por exemplo, procura, necessidades dos pacientes, intervenção do digital)?

Estima-se que a infertilidade conjugal atinja, na população mundial, cerca de 10 a 15% dos casais em idade fértil, com uma incidência crescente em função da idade dos casais. Em Portugal estimasse que sejam 300.000 casais.

Nos últimos anos tenho constatado uma maior sensibilização para esta problemática e a procura precoce dos tratamentos, o que possibilite obtermos melhores resultados. A intenção do digital foi decisivo nesta sensibilização

Em que medida o digital favorece o contacto e acompanhamento dos seus pacientes?

O digital permite compartilhar conhecimento de forma rápida, simples e fidedigna

 

Miguel Raimundo

 

 

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